sexta-feira, 24 de maio de 2013

Lucas Mendes: Status no lixo




Gorjeta do carteiro? Confere. Gorjeta do zelador? Confere. Gorjeta do estacionamento? 8 pessoas. Putz! Confere.
Gorjeta do entregador do jornal? Confere. Gorjeta da diarista? Confere. Do engraxate? Confere. Do garçom? Confere.
Gorjeta do lixeiro? Nem vem qui num tem.
O lixeiro é tão ou mais essencial no nosso dia a dia do que a maioria dos que nos servem, mas continua invisível e pouco apreciado. Chama atenção quando faz barulho ou bloqueia a rua com seu caminhão. Então mandamos recados para a mãe dele e fazemos coro de insulto na buzina.
Nova York viveu 200 anos sem eles. Quando os moradores começaram a morrer de doenças contagiosas e intoxicações, foi criado o Departamento de Saneamento Público. Sucesso. Até então, o lixo era entregue aos porcos que viviam soltos na cidade.
A limpeza e o fim do mau cheiro trouxeram alívio e alegria. Os lixeiros foram homenageados num desfile pela Quinta Avenida como fazem hoje com os astronautas, times campeões e outros heróis. Com suas vassouras nos ombros, foram aplaudidos do começo ao fim e não houve arremesso de papel picado das janelas.
Quando o atual prefeito de Nova York disse que era mais perigoso ser lixeiro do que policial, levou cacetadas nos editorais e dos sindicatos, mas quando saiu o relato anual das profissões mais perigosas do país, os lixeiros apareceram em quarto lugar.
A lista varia de ano para ano, mas a coleta de lixo está sempre entre as dez profissões mais perigosas. Lixeiros são vítimas de atropelamentos e produtos tóxicos. Policiais e bombeiros nunca entram na lista das 10 mais perigosas. Estão mais perto das profissões mais seguras do país.
Quantos filhos ou mulheres batem no peito com orgulho para anunciar que o pai ou o marido é lixeiro? A maioria esconde, nos conta a ex-lixeira e antropóloga do lixo, Robin Nagle, que acaba de lançar o livro Picking Up, com um raio-X do lixo e dos lixeiros de Nova York. Ela passou nos testes, viveu o cheiro, os perigos, subiu na carreira, dirigiu os caminhões, enfim, fez de tudo no mundo do lixo durante dois anos.
Com o salário, pagou parte dos estudos e hoje é professora de antropologia e estudos urbanos da New York University, mas nas várias entrevistas informa que limpar o lixo oferece gratificações pessoais mais imediatas do que o magistério. Também tem o posto de "antropóloga residente" no DSNY, Departamento de Saneamento de Nova York.
O salário inicial da universidade é mais alto, mas empatam depois de cinco anos, na faixa de US$ 5 mil por mês (US$ 10 mil). Em ano de furacão e nevascas, com as horas extras, o salário chega a US$ 90 mil. Supervisores estão na faixa de US$ 100 mil ou pouco acima. Só 10% dos americanos ganham mais do que US$ 111 mil por ano e a maioria não têm os benefícios dos lixeiros.
Esta semana, depois de 5 anos, a prefeitura abriu concurso para os "san men", como preferem ser chamados. Há menos do que mil vagas e mais de 32 mil candidatos dispostos a pagar US$ 49 para fazer o teste.
A prefeitura achou que era injusto e sorteou 12 mil nomes para o concurso, entre eles um número recordista de mulheres. No momento, elas são apenas 196 numa força de 7.200 que coleta 10 mil toneladas de lixo residencial por dia e outras 2 mil toneladas de recicláveis.
Quem ficou fora do sorteio protestou. Entre os candidatos, há filhos de lixeiros que se orgulham da profissão e do padrão de vida que receberam dos pais. Ainda são poucos, mas cada vez mais numerosos.
Além das estatísticas, sempre importantes e quase sempre chatas, Robin conta boas histórias, inclusive sobre o vocabulário dos lixeiros. "Mongo", como substantivo, significa o lixo que tanto a população quanto lixeiros levam das ruas para casa. A rigor, o lixo pertence à cidade, mas ninguém foi preso pelo crime. O verbo, to mongo, é a prática de "mongar".
Para os lixeiros, a primavera é "maggot", porque os vermes enchem as lixeiras; "air mail", via aérea, é lixo arremessado do alto pelos preguiçosos que não querem descer e subir escadas. Tentam arremessar os sacos na carroceria do caminhão. Raramente acertam.
Um livro não vai transformar lixeiros em heróis, mas acelera um processo rumo ao respeito e status que merecem. Os "mongadores" não vão encontrar o livro de Robin nas latas de lixo.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

bullying

 Luiz Fernando Paes
 Alguns pais e outros educadores usam a humilhação pública como forma de ensinar ou evitar alguma conduta que se considere inadequada.



 Jennifer A. Leigh, Psy.D., disse à She Knows blogue Parenting. "No entanto, a vergonha pode prejudicar o relacionamento pai-filho. As crianças aprendem rapidamente que não podem confiar em seus pais. 

 A criança precisa se sentir segura e ser capaz de confiar em seus pais. Sem essa segurança e confiança, o cérebro das crianças não crescem e se organizam de forma otimizada. Isso significa que as crianças estão em risco de pensar, de agir e de se comportar de forma prejudicial. "
A Associação Nacional de Psicólogos Escolares, dos Estados Unidos, diz que os pais que descobrem que seu filho pratica o bullying devem adotar medidas ativas para reduzir o comportamento.

 NASP sugere explicar à criança por que o bullying é errado, discutindo alternativas para o comportamento agressivo de role-playing, que estabelece regras sobre esse tipo de comportamento e comunicação de incidentes para os funcionários da escola.

Uma alternativa interessante  é mostrar aquele que pratica o bullying não esta prejudicando somente o outro,  mas a si mesmo, ele frequentemente  não é  bem visto  pelos colegas e a até mesmo considerado um desajustado social.




segunda-feira, 20 de maio de 2013

Quando a criança aprende sobre sexualidade e sexo?

Luiz Fernando Paes
A criança vivencia sua sexualidade, mesmo antes de nascer.
Já experimenta sensações, faz descobertas, como mostram algumas pesquisas, ainda no ventre materno.
Em casa, com todos os seus sentidos, pode interagir, desde os primeiros dias de vida, com as pessoas e objetos a sua volta, demonstrando satisfação ou desaprovação das atitudes dos outros.

Com poucos meses, escolhe em qual colo quer ficar, e define suas preferencias com relação principalmente à comida.
Aos poucos vai aprendendo como lidar com o corpo, com a urina e as fezes.
E uma parte importante de sua sexualidade é a curiosidade pelo corpo, a textura da pele, seus cheiros e neste contexto ela vai aprendendo com a família, de forma mais informal sobre educação sexual.

Quando inserida em um ambiente fora do meio social, como a creche, as  suas experiência se ampliam nas brincadeiras canções, jogos.
Assim, o educador ou educadora, passa ser uma pessoa muito importante para o desenvolvimento da sexualidade de seu educando.

É neste momento que o educador(a) sente a necessidade de buscar mais informações sobre o desenvolvimento infantil, suas fases, e desta forma ele(a) passa a se sentir mais seguro(a) no modo de tratar as questões relativas a temática da sexualidade e do sexo.

Com um pouco de experiência o educador já percebe a importância de não passar seus próprios valores, tabus e preconceitos, privilegiando a importância do prazer de pensar de cada um, e que com informação cientifica, atualizada, cada pessoa é capaz de construir seus próprios conceitos.  

Não quer dizer que o educador vá se tornar um especialista no assunto, mas que por meio de suas atitudes e ações, expresse a sexualidade como algo bom na vida das pessoas e que faz parte do desenvolvimento do ser humano.

As atividades sobre  educação sexual serão  de grande importância para os pequenos  quando integradas ao projeto pedagógico da escola e que passem pelo respeito a si e pelo outro, em uma visão crítica, que   tratem a criança como um ser de direitos.


 
 

segunda-feira, 25 de março de 2013

Sexo e tato, a Felicidade do casal

Luiz  Fernando Paes
Muitos tratamentos já existem para as disfunções sexuais, masculinas e femininas .

Mas pode ser que o relacionamento esteja precisando apenas de uma mudança de atitude para melhorar, ou simplesmente voltar o interesse pelo companheiro ( a ).


A solução dos problemas relacionados à saúde sexual ainda é a cumplicidade. 
A intimidade do casal revela seu nível de envolvimento. Não se trata de procurar o "culpado", e sim encontrar no casal e com a ajuda de um especialista, caso  a situação seja mais grave, ajuda para que possam encontrar a alegria de compartilhar a vida a  dois.

Nós seres humanos somos movidos pelo prazer. Seja o prazer de ver  um bom filme, uma conquista no trabalho, comer uma boa  comida, conhecer lugares, viagem e também na vida intima.

Desejar e ser desejado provavelmente é o maior dos afrodisíacos, isso nos fez seres sociais, estar com o outro.  Nossa biologia nos fez assim, por isso mesmo que o sexo solitário também produza o orgasmo, não leva a satisfação como o sexo com o outro.

Desejar e ser desejado pelo outro implica na cumplicidade total.  Estar nu é estar exposto ao outro, é também muitas vezes expor a alma, quando há uma relação que envolve o amor.

Necessitamos de contato físico, de carinho. Mas nem sempre isso acontece. 
Muitas vezes preferimos presentear o outro com algo material, quando um "eu te amo" sincero e muito carinho,  poderia salvar a relação.


As mulheres principalmente, se  preocupam em excesso com a aparência, mas esta é apenas um dos componentes que compõem a complexidade  que envolve o sexo no ser humano. O respeito pelo outro, suas qualidades, como por exemplo, a inteligencia, o carinho  na vida diária, a preocupação com o outo pode ser um atrativa bem maior do que um corpo bem esculpido.
 Se a aparência  fosse o mais importante na escolha  do companheiro(a), as pessoas mais bonitas seriam as mais bem sucedidas em seus relacionamentos, mas sabemos que não é bem assim que acontece.

Ser tocado é fundamental para um desenvolvimento saudável. O mundo parece um lugar melhor, quando ao chegarmos em casa ou qualquer outro local, somos recebidos com um sorriso, um abraço e beijos.
 É assim que descobrimos que amamos e somos amados, mesmo que a vida não seja do jeito que sonhamos e nem todas as contas estejam pagas.

Muitos nascem e crescem sem receber o toque, um abraço carinho e quando se deparam com o começo da vida sexual, é hora de começar  a aprender a lidar com a linguagem da pele. Nunca é tarde para iniciar,  o que não se pode  é passar por uma vida toda sem proporcionar ao outro a satisfação de ser desejado do jeito que ele é.

A pele, o maior órgão do corpo Ashley Montagu, um especialista americano em fisiologia e anatomia humana, se dedicou, por várias décadas, ao estudo de como a experiência tátil, ou sua ausência, afeta o desenvolvimento do comportamento humano. 
Nos relacionamos com o outro por meio da visão, um belo olhar. Da audição, ouvir um elogio, uma boa música. Do gosto, beijos sabores... Cheiro, um perfume inesquecível.  

Mas é o tato é nossa principal linguagem com o outro, pois nossa pele possui mais de 600.000 terminações nervosas, ou seja, pontos que se ligam a pele ao cérebro, na área do prazer.
 Se existisse um manual para nos ensinar a sermos bons amantes, este conteria um capítulo dedicado ao toque. A estimulação da pele é que leva o homem e a mulher ao orgasmo. Quanto maior a intimidade e  a estimulação do corpo maior e com mais qualidade será o clímax da relação sexual. 

Algumas dicas ajudam ajudam a aumentar a intimidade do casal:

Sair da rotina, ir ao cinema ou a um jantar ajudam a relembrar os bons tempos e reacender a chama do amor.

Parece pouco romântico mas, estabelecer um tempo próprio para sua vida  intima, ajuda bastante e também vai demonstrar para seu companheiro que você valoriza a vida sexual.
Deixar o sexo para último plano, pode indicar que há um desinteresse de um dos parceiros ou ambos, o que provavelmente o cansaço vencerá um ou outro.

Anticoncepcional diminui a produção do hormônio testosterona, que é a substância química produzida na glândula supra renal, responsável pelo desejo sexual.
Uma conversa com o médico é importante para tentar atenuar o efeito da pilula o até pensar a substituição, por outro método anti- conceptivo.

Algumas pessoa com dificuldade de lubrificação vaginal, usam um lubrificante a base de água, da jonson´s, encontrados em farmácias. 

Remédios para a pressão alta, depressão ou refluxo gastro intestinal interferem no desempenho sexual, converse com o médico  sobre isso.


Caso na hora do sexo, sua cabeça não desliga dos problemas, ou você esta muito estressado, isso afetará seu prazer sexual. Tente desestressar, use o bom humor,  não leve os problemas diários para a cama. Seu quarto deve ser um lugar privilegiado, onde a intimidade deve ser preservada, para que o amor se fortaleça e recarregue as energias para enfrentar juntos os desafios da vida.

 Além das mãos e do próprio contato da pele, objetos simples, com toques suaves, podem estimular a pele da cabeça aos pés, como uma escova de cabelos macia, uma bolinha de borracha, um tecido macio, entre outros.

Estar com quem se admira em um relacionamento transmite confiança,  um conforto emocional e relaxamento necessários para desenvolver a intimidade e a satisfação sexual se almeja, proporciona uma pessoa mais feliz, saudável, amorosa.







quarta-feira, 20 de março de 2013

Qual seu "QI sexual" ? Para mulheres

O questionário que se segue é uma adaptação do teste elaborado pela psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora do ProSex. Por meio dele, você poderá avaliar a qualidade de sua vida sexual. Ao responder às questões , leve em conta os últimos seis meses de sua vida e as seguintes alternativas:
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre ------------------------------------------------------------------- PARA AS MULHERES

1-Você confia em seu poder de sedução e conquista?
 ( )a) Nunca
 ( )b) Raramente
 ( )c)À vezes
 ( )d)Na maioria das vezes
 ( )e) Sempre

2-Seu interesse por sexo é suficiente para estimula-la a participar com entusiasmo da relação sexual desde o início?
 ( )a) Nunca
 ( )b) Raramente
 ( )c) À vezes
 ( )d) Na maioria das vezes
 ( )e) Sempre

3-Na sua opinião, as preliminares são excitantes e satisfazem você e seu parceiro?
 ( )a) Nunca
 ( )b) Raramente
 ( )c) À vezes
 ( )d) Na maioria das vezes
 ( )e) Sempre

4-Durante o ato sexual, você consegue se excitar independente da excitação de seu paceiro?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

5-Você consegue manter-se lubrificada e relaxada do início ao fim do ato sexual, em sintonia com seu parceiro?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

6-Você consegue manter a vagina suficientemente relaxada para que a penetração ocorra sem dificuldades?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

7- Você consegue levar o ato sexual até o fim sem sentir dor?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

8-Você consegue atingir o mesmo nível satisfatório de desejo e excitação nas relações sexuais que mantém em diferentes dias?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes ----------------------------------------------------------- PARA AS ( )c) À ( )e) Sempre

9- Com que frequência você chega ao orgasmo?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

10-Seu desempenho sexual o estimula a fazer sexo outras vezes, em outras oportunidades?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre GABARITO

CADA RESPOSTA A-0 PONTO B-1 PONTOS C-2 PONTOS D-3 PONTOS E-4 PONTOS Some o total de pontos e multiplique por 2. Esse é seu "QI sexual" .


AVALIAÇÃO
Mais de 61 Pontos. Você tem uma vida sexual bastante quente. usufrui todas as benesses proporcionadas pelo prazer do sexo.
-De 60 a 41 pontos. Sua vida sexual é um tanto quanto morna. Ânimo! Procure descobrir quais são os problemas. Só assim você superá-los.
-De 40 a 21 pontos. Sexo geralmente é motivo de desapontamento para você. Não se acomode. Tente melhorar sua vida sexual.
-20 pontos ou menos. Você deve sse sentir extremamente frustrado com a qualidade de sua vida sexual. Ver a sessão da Tarde é mais empolgante. Procure ajuda de um especialista.




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PARA OS HOMENS

1-Seu interesse por sexo é suficiente para que você tome a iniciativa de começar a relação sexual?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre
-------------------------------------------------------------------------------
2-Você tem confiança em seu poder de sedução para se lançar numa conquista amorosa?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

3-Você e sua parceira estão satisfeitos com as preliminares?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

4-Seu desempenho sexual depende do interesse e da excitação sexual de sua parceira?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

5-Você consegue manter o pênis ereto o tempo suficiente para levar uma relação sexual satisfatória até o fim?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

6-Depois do estímulo sexual, sua ereção é suficientemente rígida para assegurar uma relação satisfatória?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

7- Você é capaz de obter e manter a mesma qualidade de ereção nas várias relações sexuais que realiza?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

8-Você consegue controlar a ejaculação para que o ato se prolongue pelo tempo que desejar?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

9- Com que frequência você chega ao orgasmo?

( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre

10-Seu desempenho sexual o estimula a fazer sexo outras vezes, em outras oportunidades?
( )a) Nunca
( )b) Raramente
( )c) À vezes
( )d) Na maioria das vezes
( )e) Sempre


GABARITO XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
CADA RESPOSTA
A-0 PONTO
B-1 PONTOS
C-2 PONTOS
D-3 PONTOS
E-4 PONTOS

Some o total de pontos e multiplique por 2. Esse é seu "QI sexual" .

AVALIAÇÃO
Mais de 61 Pontos. Você tem uma vida sexual bastante quente.
usufrui todas as benesses proporcionadas pelo prazer do sexo.
-De 60 a 41 pontos.
Sua vida sexual é um tanto quanto morna. Ânimo! Procure descobrir quais são os problemas. Só assim você superá-los.
-De 40 a 21 pontos.
Sexo geralmente é motivo de desapontamento para você. Não se acomode. Tente melhorar sua vida sexual.
-20 pontos ou menos. Você deve sse sentir extremamente frustrado com a qualidade de sua vida sexual. Ver a sessão da Tarde é mais empolgante. Procure ajuda de um especialista.



TESTE SEU " QI SEXUAL". Para homens

terça-feira, 19 de março de 2013

Por que e Como Ensinar Ética aos Filhos

Por Ceres Araújo Site: UOl.com.br Vivemos em uma época tão rica em tecnologia e tão pobre em ética. Estamos criando "super bebês" e "super crianças", nascidas na era digital, precoces no seu desenvolvimento, ávidas de novidades, ligadas a muitos estímulos ao mesmo tempo e também capazes de muitas ações simultaneamente. Nossos filhos têm seus cérebros formatados pelas ricas experiências que estão vivendo, pois o cérebro é uso dependente. Ou seja, é uso dependente no sentido de que as redes neuronais se formam em função das experiências de vida. Assim é vivendo a vida, é processando estímulos repetidamente que as cadeias neuronais vão se fixando. Isso em todas as idades. Nesse sentido, eles são muito diferentes de seus pais e de seus avós e bisavós. Cumpre incluir esses últimos, pois a idade média de vida tende a aumentar e o convívio, entre quatro gerações, passa a ser algo freqüente. As diferenças na forma de viver a vida são progressivamente cada vez mais marcantes. Entretanto, princípios, normas e regras de conduta sempre foram e continuarão a ser o que distingue a humanidade no ser humano e continuarão imprescindíveis para sempre. Ética e moral são adquiridas e não inatas, são próprias do homem que cria uma natureza moral sobre a sua natureza instintiva. Uma pessoa só é ética quando se orienta por princípios e convicções. É função inalienável dos pais transmitirem uma conduta ética a seus filhos. Ética é uma matéria que faz parte do aprendizado de vida, no qual os pais devem ser os melhores professores. Então, como se ensina ética? Ensina-se aquilo que se tem e aquilo que se é. O que vai ser transmitido para os filhos não é o que se origina de um discurso verbal, mas sim o que se é e como se age. Sabe-se que a criança é um perfeito sensor para captar o que se passa na mente dos pais. A colocação dos limites adequados às atuações da criança é uma das formas importantes para se ensinar conduta ética. O "não" é um organizador fundamental da vida psíquica e necessário para que a criança se desenvolva. Receber "não" significa ter que lidar com frustração, adiar satisfação de necessidade e entreter tensão interna. Além disso, esse mesmo "não", serve também para que a criança aprenda, por insistir no seu intento, alternativas inteligentes e aceitáveis para obter o que ela deseja. Aprende, assim, a controlar impulso, a regular as emoções, a desenvolver inteligência e o respeito pelo outro. Como a psicologia vem demonstrando, em inúmeros artigos publicados, limites fazem bem e são fundamentais para que o ser humano cresça forte e feliz. Uma criança, que vive sem os limites adequados, não se transforma em um homem íntegro e livre como se acreditou, ingenuamente, décadas atrás. Ao contrário, se transforma em alguém inconsistente, desorientado e dependente. Por quê? Por que a criança que apenas recebe sim, não precisa fazer confrontos, não precisa exercitar sua inteligência para buscar alternativas para conseguir o que quer, não precisa lutar para convencer os pais de que ela está certa. Tudo é possível a priori e isso a faz fraca, muitas vezes uma tirana em casa e uma covarde fora de casa, pois não teve chance de verdadeiramente lutar pelo que queria e que foi impedido. O confronto com os pais prepara a criança para os confrontos da vida. A criança enfrenta os pais para conquistar autonomia. Essa batalha precisa ser gloriosa, logo os pais têm que ser fortes, senão não tem valor a luta. Primeiro com birras (onde tem que perder para os pais) depois com argumentações (onde pode ganhar muitas vezes). A criança e o adolescente vão lutando para se afirmarem, para ganharem autonomia. Quem não passa por isso, não sabe o que quer e fica dependente da posição, da colocação do outro ou para se submeter ou para fazer o contrário, por não ter desenvolvido referênciais próprios. Nascida ligada ao mundo dos instintos e impulsos, a criança precisa aprender a transformar impulsos em afetos discriminados e essa é uma tarefa que perdura durante toda a infância e mesmo durante a adolescência. Gostar, amar, querer, ser gentil, generoso e tolerante co-existem ao lado de odiar, detestar, ter inveja, ciúmes, etc.. Porque não se trata de pregar a velha ética, na qual se exigia que o homem devesse ser bom, nobre e sempre ativo e disponível a servir, seguindo os valores éticos de piedade, fidelidade, coragem e racionalidade. O ideal da velha ética era a perfeição e todos os componentes negativos do ser humano deveriam ser reprimidos e suprimidos. A ética segue o processo histórico e a nova ética é a do homem contemporâneo, que se confronta com a pluralidade de sua natureza e reconhece seus atributos positivos e negativos, suas qualidades e suas limitações e que muitas vezes se vê inseguro quanto a seus valores. É justamente pela integração do lado primitivo da sua natureza que o ser humano ganha tolerância e o sentimentos de pertencer à sua espécie, solidariedade e responsabilidade coletiva. Respeito pelo outro e respeito a si mesmo são condições determinantes para um comportamento ético. Assim, não se trata de ensinar ao filho ser sempre o "bonzinho", pois se corre o risco de ser o bobo, mas se trata de ensiná-lo a assumir a responsabilidade por suas ações, desde os primeiros tempos de vida. Trata-se de ensiná-lo que os limites de seu próprio espaço terminam ao começar o espaço do outro. Também, como mãe ou pai, dar um exemplo de autonomia e liberdade interna para fazer escolhas. Escolhas, não para ganhar amanhã, mas que dêem sentido ao hoje. O mundo e o nosso país precisam de famílias, onde os pais ensinem às suas "super crianças" que os bens de consumo, a liberdade individual e a própria felicidade se conquistam com condutas éticas e não tentando levar vantagem em tudo, para que no futuro não aceitem, por exemplo, a corrupção como um meio justificado por um fim. Ceres Araujo é psicóloga especializada em psicoterapia de crianças e adolescentes